segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A astrologia em minha vida...

Faz pelo menos 20 anos que fiz meu primeiro mapa astral. Me lembro de ter ficado tão impressionada como alguém que nunca tinha me visto sabia tanto de mim, que me apaixonei! 

De lá até aqui, foram muitos outros mapas e astrólogos maravilhosos na minha jornada. A cada leitura um novo insight sobre o qual trabalhei meses em sonhos, terapia... sempre novos pontos de vista cada vez mais completos e complexos sobre as influências energéticas do céu sobre meus passos na Terra! :) 

Logo veio o primeiro livro para estudar astrologia mesmo... "Curso Básico de Astrologia" de Marion D. March e Joan McEvers. Excelente começo! Com ele mesmo já entendi que seriam muitos e muitos anos de estudo até que conseguisse compreender mais profundamente a astrologia e eu tinha muitas outras coisas para estudar também... 

E assim eu fiz, estudei Jung, Florais de Bach, Terapia Holística, Psicologia do Feminino etc... mas a Astrologia continuava ali, devagar e sempre... e os mapas também! :)

Hoje, sinto que a Astrologia é uma forma incrível de compreender os grandes e pequenos fluxos energéticos a que estamos sujeitos, no individual e no coletivo. Aliás a astrologia usada para entender os grandes movimentos coletivos, a que todos estamos sujeitos de maneira inexorável e que assim como os grandes movimentos culturais, econômicos ou migratórios, transformam as pessoas, os países e o planeta é a parte que mais me atrai, me instiga. É lindo perceber com clareza como tudo está conectado nesses fluxos! 

Conhecer-se através do mapa astral é uma experiência incrível. Se quiser, faça o seu mapa gratuitamente no site www.astro.com e pelo menos você já vai poder conhecer seu signo solar e ascendente! Que é o começo do começo... :)



domingo, 31 de janeiro de 2016

Minha ida ao Bach Centre na Inglaterra

Conhecer Mount Vernon e entrar na sala onde Dr. Bach trabalhou e que ainda parece ter a energia dele impregnada me causou uma emoção maior que eu jamais havia imaginado! Meu corpo se arrepiou e meus olhos ficaram marejados. A emoção e o forte sentimento de gratidão e amor que tomaram conta de mim são difíceis de descrever.



A casa é pequena e aconchegante e na sala onde ele trabalhava tem ainda as poltronas, a máquina de escrever, livros, desenhos e os primeiros vidros florais. Que lindos!



Fiquei por ali, lendo vários livros da biblioteca que não conhecia pois não foram ainda traduzidos para o português e não encontramos por aqui. Comprei vários, nem preciso dizer! :) Também comprei vários florais para renovar o meu estoque e alguns vidros de tratamento pintados à mão que me deixaram apaixonada!

Fui muito bem recebida e pude circular à vontade pela casa e pelo jardim, que apesar do inverno, me permitiu ver várias das plantas cujas flores são usadas para fazer os florais. Elas são identificadas com umas plaquinhas de madeira, fofas!






Quando saí de lá no táxi que me levaria de volta à estação de trem mais próxima, tinha comigo um sentimento de alegria e preenchimento por estado ali e me impregnar ainda mais dessa energia de cura pela natureza que Dr. Bach me ensinou!


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Seminário Reconhecer a Polaridade, Celebrar a Unidade - com Maria Soledad

Maria Soledad, psicóloga, especialista do feminino e palestrante internacional, está no Brasil e nos dará a honra de compartilhar muito conhecimento! É no próximo 14/ Novembro, aqui em Ribeirão!

Vamos conhecer melhor essas energias feminina e masculina que vivem em nós...reconhecer é o primeiro passo para integrar. É um seminário para mulheres e homens, parceiros ou não. Aprender com a visão do outro é uma oportunidade muito rica!

O desconto para pagamento até 30/10 está valendo! 

Dúvidas e inscrições: analuferes@gmail.com

Espero vocês! 

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Porque ainda tratamos mal as nossas meninas?

É tão tamanha a frequência com que ouço relatos de situações de vida onde as mães foram "más"* com suas filhas meninas, que vivo me perguntando qual a raiz dessa questão.

Entre amigas vejo como ainda é frequente que elas "confessem" que "sem querer" se dão conta de que mimam mais seus filhos meninos que as meninas. "Ah elas são bem mais independentes", "eles são tão carinhosos!" muitas ainda dizem, como dizia a geração da minha mãe.

Outro dia, conversando com uma amiga super mega hiper blaster antenada, humana, sensível, culta etc, etc, etc. quase caio pra traz quando trago esse assunto e ela me diz "sabe que outro dia me dei conta que minhas brincadeiras com minha filha caçula são bem diferentes das que faço com os meninos?! Com ela eram sempre palavras do tipo "nossa, mas vc não cansa de ser feia não, menininha?", "onde vc aprendeu a ser tão sapeca, hein?' e com os meninos era sempre no positivo, na aprovação incondicional...

Uau! Claro que isso não significa que ela a ame menos que a eles. Tenho certeza que não! Então porque continuamos a amar incondicionalmente nossos meninos e não nossas meninas??

Também não tenho uma resposta, claro! Mas uma coisa que sempre me parece confortar é pensar que um menino yang que nasce de uma mãe yin dá muito mais liga que uma menina yin que nasce de uma mãe yin. E essa natureza básica das energias que se atraem e repelem pode responder muito do como essa ligação vai se configurar.

O espelho que a menina pode representar para todas as feridas ou assuntos das mães, cuja existência dela vai trazendo à tona ao longo do tempo, e com os quais não sabemos ou não queremos lidar em nós, talvez seja um norte a olharmos essa questão.

Por isso, acredito no caminho  da consciência dos aspectos mal resolvidos em nós para que eles não precisem continuar sendo projetados nas nossas meninas, perpetuando o ciclo de baixo senso de valor que elas, tornando-se mulheres, continuam carregando em si. E que talvez seja o ponto de partida do novo ciclo de rejeição!

Como diz Maria Soledad, "o melhor que uma mãe pode fazer por sua filha é curar-se como mulher"! 

* por más quero dizer, repressoras, não protetoras, colocando sobre elas a maior parte da responsabilidade do cuidar na casa, com os irmãos, reprimindo sua sexualidade quando brota, julgativas, críticas...




Porque estar entre mulheres?

Porque aos poucos ao longo dos séculos da história as mulheres foram tendo cada vez menos espaços para si, entre si, num ambiente de trocas, harmonia e união.

E nós mulheres nos beneficiamos muito desse convívio não competitivo para aprender juntas, dançar juntas, estar juntas!

Círculos de mulheres com os mais diferentes objetivos se espalham pelo mundo e tem sido um trabalho muito, muito frutífero. Espaços para aprendermos umas com as outras, umas das outras, umas pelas outras, umas através das outras...

"Até que você esteja comprometido, há hesitação e possibilidade de voltar atrás, sempre há ineficácia com respeito a todas as iniciativas (e criação). No momento em que há compromisso decisivo, a Providência também se movimenta. Um turbilhão de acontecimentos é desencadeado pela decisão. Seja o que for que você possa fazer ou sonhar que pode, comece. A ousadia contém em si genialidade, poder e magia. Comece agora." 
W.H.Murray, The Scottish Himalayan Expedition (atribuído a Goethe)

Diferentes atividades são desenvolvidas em grupo com mulheres.  Para saber mais e participar, me manda um email analuferes@gmail.com e conversamos!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

sobre feridas de amor...

Tantas vezes penso sobre a dificuldade que todos temos na relação com os objetos primordiais de amor das nossas vidas! As projeções, a necessidade de aprovação, as raivas contidas, os laços entretecidos de amor, cuidados e expectativas.

Compreender melhor os vários aspectos que nos unem e nos separam de nossos pais é de importância tão fundamental no processo terapêutico porque é nessas relações que se formam as nossas feridas de amor. E poder olhar para elas com mais profundidade para curá-las, faz todo sentido, na minha visão que se aprofunda cotidianamente no consultório.


Costumo dizer que precisamos olhar para nossas pais como 4 figuras; nosso pai e o homem que ele é, nossa mãe e a mulher que ela é. Pois só assim podemos começar a separar o que é nosso e o que é consequência de ter tido como mãe uma mulher do tipo Ana ou Márcia,  e como pai um homem do tipo Augusto ou José! 


Olhar para suas personalidades, desejos, frustrações, belezas, limitações e virtudes para além da maternidade ou paternidade que exerceram para nós, nos possibilita ir limpando, clareando, compreendendo, perdoando e assim escolhendo qual versão de nós mesmos queremos ser. Aquela mais profunda de nós, nosso eu verdadeiro, ou SELF para Jung, ou aquela PERSONA moldada pelas experiências e emoções vividas ao longo da vida e que vai nos tornando alguém reativo e automático, sem escolha consciente.


Ver essa transformação ao longo do processo terapêutico é o que mais me encanta no ser humano! 



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Sabedoria Feminina.

Nesta quinta-feira 13/11 em Ribeirão Preto-SP, vai acontecer o Seminário vivencial, para mulheres, com a Maria Soledad, psicóloga especialista em desenvolvimento feminino que está no Brasil para uma série de seminários. Ainda temos algumas vagas. Entre em contato, analuferes@gmail.com, venha participar conosco!



segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O que te move?

O filme O Físico, adaptação do livro de Noah Gordon que eu já tinha lido há muito tempo, me tocou neste ponto. O que nos move? 

O filme, que se passa por volta dos anos 1020, conta a história de um órfão Inglês que foi movido pelo amor ao conhecimento e à cura. Percorreu o mundo para buscar esse conhecimento com o Mestre conhecido Ibn Sina, na Pérsia! Vale a pena a leitura ou o filme!

Mas o que me deixou pensando foi essa tal força da vontade que nos move a todos, ou não, todos os dias. Porque fazemos o que fazemos e no momento em que fazemos? Conhecer-se é reconhecer as forças psíquicas que atuam em nós, de onde vem nossos desejos.

Como reconhecer os desejos que são do ego? Aqueles que tenho todos os dias, movidos pelo meu desejo de ser reconhecido, amado, acalentado nas minhas feridas, aqueles desejos que aplacam o medo, a insegurança…

E como reconhecer aqueles desejos mais profundos, que me levam em direção a quem eu sou de verdade, ainda que demandem muitos sacrifícios e ou obstáculos a serem vencidos, mas que no final deixam aquele gosto de certeza de ter feito a escolha mais certa?

Conhecendo-se. Observando-se. Ligando os pontos que me trouxeram a ser quem sou hoje. 

A partir daí, experimentando nas minhas decisões diárias essa observação de mim mesmo, começo a identificar a diferença entre eles. O primeiro parece deixar uma sensação de vitória que se esvai rapidamente conforme aparece o mais novo desejo. O segundo, ao contrário, parece deixar uma sensação de paz e segurança do caminho tomado, é duradouro, pacífico.

Já parou para pensar no que tem te movido?

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