Mostrando postagens com marcador mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mulher. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Porque estar entre mulheres?

Porque aos poucos ao longo dos séculos da história as mulheres foram tendo cada vez menos espaços para si, entre si, num ambiente de trocas, harmonia e união.

E nós mulheres nos beneficiamos muito desse convívio não competitivo para aprender juntas, dançar juntas, estar juntas!

Círculos de mulheres com os mais diferentes objetivos se espalham pelo mundo e tem sido um trabalho muito, muito frutífero. Espaços para aprendermos umas com as outras, umas das outras, umas pelas outras, umas através das outras...

"Até que você esteja comprometido, há hesitação e possibilidade de voltar atrás, sempre há ineficácia com respeito a todas as iniciativas (e criação). No momento em que há compromisso decisivo, a Providência também se movimenta. Um turbilhão de acontecimentos é desencadeado pela decisão. Seja o que for que você possa fazer ou sonhar que pode, comece. A ousadia contém em si genialidade, poder e magia. Comece agora." 
W.H.Murray, The Scottish Himalayan Expedition (atribuído a Goethe)

Diferentes atividades são desenvolvidas em grupo com mulheres.  Para saber mais e participar, me manda um email analuferes@gmail.com e conversamos!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Mulherzinha, eu? :: Artigo publicado na revista Expressa Mais!


Refletir sobre as questões do feminino hoje não é tarefa fácil. Quem é esse ser multitarefa, que dá conta de tanta coisa e tem ainda tantos conflitos em estar no mundo como mulher?

A mulher se transformou, cresceu em autoconfiança, atitude e pensamento. Mas por que a idéia do feminino no seu aspecto “mulherzinha” assusta tantas mulheres?

Quem é a “mulherzinha” de hoje?

Tem uma cena no filme “Casamento Grego” em que a mãe da Toula (personagem central) consegue que o marido dê a sugestão de que seja Toula a trabalhar na agência de turismo da tia. Isso era o que ela queria desde o início, mas conduz a conversa de maneira que ele sugira. É fantástica. Ele se sente o máximo, pois resolveu o problema dela. Ela tem o que quer. Daí ela fala: “O homem é a cabeça, mas é a mulher que vira o pescoço”. E dá uma risadinha fofa!

Acho que essa é uma característica de “mulherzinha” que eu vejo nas mulheres que estão conseguindo atuar no mundo com seus desejos, idéias, projetos e sonhos, sem deixar de lado um aspecto fundamental do feminino que é a receptividade. Estar disponível para a idéia do outro, acolher e reverenciar aquela contribuição, que é a semente que, quando acolhida, gera o novo.


Será que há uma geração de mulheres, filhas da revolução feminista, que não aprenderam muito bem a navegar nesse universo, estando um pouco perdidas? Eu vejo no consultório que sim.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...